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Title: DIVERSIDADE FLORÍSTICA DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO MARACANÃ EM SÃO LUÍS/MA: Implicações para o manejo e conservação
Other Titles: FLORISTIC DIVERSITY OF THE MARACANAN ENVIRONMENTAL PROTECTION AREA IN SÃO LUÍS / MA: Implications for management and conservation
Authors: FRAZÃO, Ana Claudia dos Santos
Keywords: Florística; Biodiversidade; Conservação; Manejo; Habitacional
Floristic; Biodiversity; Conservation; Management; Housing
Issue Date: 26-Jan-2017
Publisher: UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Abstract: O estudo florístico oferece informações valiosas sobre as condições climática, hidrológica e pedológica do ambiente, visto que a vegetação responde fisiologicamente a todos esses condicionantes ambientais. Desse modo, a base para qualquer intervenção de manejo dentro de uma área destinada à conservação dos recursos naturais é o conhecimento da biodiversidade existente. O referido estudo foi conduzido na Área de Proteção Ambiental do Maracanã, situada em São Luís, município integrante da Ilha do Maranhão, sob as coordenadas geográficas 02° 24’09’’e 02° 46´13´´ S e 44° 01’20’’ e 44° 29’47’’ W. Para obtenção dos dados florísticos foram feitas coletas de espécies botânicas com DAP superior a 10 cm em três fragmentos florestais diferentes: remanescente de mata várzea, encosta de morro e área de tabuleiro durante os meses de setembro a dezembro dos anos de 2015 e 2016. Cada fragmento teve três parcelas medindo 20m x 20m com uma área total de 10.800 m2, as plantas dentro dos critérios acima estabelecidos foram identificadas em campo pelo nome popular e o nome científico foi estabelecido após consultas a literaturas específicas. Os dados estatísticos foram obtidos através do programa Microsoft Office Excel. Durante o estudo foram amostrados 330 (trezentos e trinta) indíviduos e 85 (oitenta e cinco) espécies botânicas; o índice de diversidade de Simpson obtido foi de 0,9178 para as espécies do fragmento nascente, 0,8969 para a encosta e 0,8154 para o tabuleiro. Contudo para o índice de Shannon – Wiener foram encontrados valores de 1,3133 para a nascente; 1,1717 para a encosta e 0,9772 para tabuleiro. Sobre o uso das espécies botânicas compreendidas nesse estudo foram registradas trinta (30) espécies de utilidade local e regional distribuídas em 20 famílias, sendo os mais comuns: alimentação humana com dez (10) espécies, alimentação de animais silvestres apresentando onze (11) espécies, construção civil e movelaria treze (13) espécies; sete (7) espécies utiliza-se as palhas e fibras para o artesanato ou construções rústicas, e seis (06) espécies de uso na medicina popular para o tratamento de enfermidades como dores, ferimentos, infecções e inflamações.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/1252
Appears in Collections:TCC de Graduação em Ciências Biológicas do Campus de Chapadinha

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