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dc.contributor.authorHAIDAR, Flávia Costa-
dc.date.accessioned2019-04-29T20:06:15Z-
dc.date.available2019-04-29T20:06:15Z-
dc.date.issued2018-12-06-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/3055-
dc.descriptionABSTRACT Addiction is characterized by the abusive and uncontroled use of psychoactives substances, which brings physiological, psychological and functional harms to the user. Besides the drug abuse, it is common the prevalence of psychiatrics comorbidities, like depression, anxiety and stress. It has consequences to the treatment and it’s prognosis, health professionals’ interventions and all the management in the psychossocial attention network. In the treatment, the coping skills are strategies used by the individual so he can deal with specifics situations of craving in order to keep the abstinence. Thinking in the association between those variables, this study aims to evaluate the relations among depression, anxiety, stress, coping skills and involvement with drugs in psychoactives substances users. Fifty users of psychoactive substances that were in treatment at CAPS-AD in São Luís - MA participated in this research. The mean age was 38.68 years (SD = 11.09), 92% were men, most of the sample (34%) had finished the high school and the substance most used was the crack cocaine (48%). Median time of abstinence was 34 days. The instruments applied were a Questionnaire of General Characterization; Alcohol, Smoking and Substance Involvement Screening Test (ASSIST); the Urge Specifics Strategies Questionnaire (USSQ), and the Depression, Anxiety, Stress Scale (DASS-21). Data was typed at the program SPSS (Statistical Package for Social Sciences version 25) and analysed by descriptive and inferencial estatistics, to verify the hypothesis that the immediate coping skills may be moderating the influence of the comorbidities in the involvement with the substance. The mean score of USSQ was 24,0 points (SD=8,0) and most of the participants (42,8%) had a medium repertorie of coping skills. All the psychiatrics comorbidities (depression, anxiety and stress) showed significant, positive correlations, between moderate and strong, with the involvement with the drug. There weren’t significant correlations between the coping skills repertorie and the others variables. The hypothesis wasn’t confirmed, once the coping wasn’t significant when analysed with the depression, anxiety and stress levels influencing the involvement of the user with the substance. On the other hand, the results confirmed that the involvement with the substance explains better the psychopatologies than the inverse. Data agrees with the literature once it indicates the correlation among depression, anxiety and stress with de involvement with the drug. However, it diverges when it verifies that the immediate coping doesn’t have relation with the other variables. The involvement causing the psychopatologies may have relation with the time without using the substance, the symptoms of the abstinence syndrome, the side effects of the medication used at the treatment and with other issues involved in closing the psychiatric diagnosis. It concludes that, if there is a better effort to reduce the involvement with the psychoactive substance, by the investiment at the treatment to keep the abstinence, there will be smallers numbers of depression, anxiety and stress at the drug dependents, contributing for the management of those health publics issues.pt_BR
dc.description.abstractA dependência química é caracterizada pelo uso abusivo e incontrolável de substâncias psicoativas que trazem prejuízos fisiológicos, psicológicos e funcionais ao usuário. Além do abuso de substâncias é comum a presença de comorbidades psiquiátricas, como depressão, ansiedade e estresse. Isso tem consequências para o tratamento, prognóstico, intervenção da equipe de saúde e encaminhamentos na rede de atenção psicossocial. No âmbito do tratamento, as habilidades de enfrentamento imediato são estratégias utilizadas pelo usuário para lidar com situações específicas da fissura, a fim de manter a abstinência. Pensando na associação entre essas variáveis, o objetivo deste estudo foi avaliar as relações entre depressão, ansiedade, estresse, habilidades de enfrentamento e o envolvimento com drogas em usuários de substâncias psicoativas. Participaram desta pesquisa 50 usuários de substâncias psicoativas que estavam em tratamento em um CAPS-AD de São Luís – MA. A média de idade foi 38,68 anos (DP = 11,09), 92% homens, a maior parte da amostra (34%) tinha o ensino médio completo e fazia uso, predominantemente, de crack (48%). A mediana de tempo de abstinência foi de 34 dias. Os instrumentos aplicados foram um Questionário de caracterização geral; Teste de Triagem do Envolvimento com Álcool, Cigarro e Outras Substâncias (ASSIST); o Questionário de Estratégias Específicas para a Fissura (USSQ) e a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). Os dados foram digitados no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences versão 25) e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial, para verificar a hipótese que as habilidades de enfrentamento imediato podem ser moderadoras da influência das comorbidades no envolvimento com a substância. O escore médio no USSQ foi de 24,0 (DP=8,0) pontos e a maioria dos participantes (42,8%) tinha um repertório de enfrentamento médio. Todas as comorbidades psiquiátricas (depressão, ansiedade e estresse) apresentaram correlações positivas, entre moderadas e fortes e significativas com o envolvimento com a substância. Não houve corrrelações significativas entre o repertório de enfrentamento com as demais variáveis. A hipótese não foi confirmada, uma vez que o enfrentamento não foi significativo quando analisado em conjunto com indicadores de depressão, ansiedade e estresse influenciando o nível de envolvimento do usuário com a substância. Por outro lado, os resultados constataram que o envolvimento com a substância explica melhor as psicopatologias que o inverso. Os dados corroboram a literatura por indicarem correlação entre depressão, ansiedade e estresse com o envolvimento com a substância. Contudo, divergem ao constatar que o enfrentamento imediato não tem relação com as outras variáveis. O envolvimento com a droga explicando as psicopatologias pode ter relação com o tempo sem utilizar a substância, os sintomas da síndrome de abstinência, os efeitos colaterais dos medicamentos utilizados no tratamento e por questões implicadas na realização do diagnóstico psiquiátrico. Conclui-se que, se houver um esforço para a diminuição do envolvimento com a substância, por meio do investimento no tratamento para manutenção da abstinência, haverá, consequentemente, uma diminuição dos índices de depressão, ansiedade e estresse na população dependente de drogas, contribuindo para o manejo dessas questões de saúde pública.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopt_BR
dc.subjectDependência químicapt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectAnsiedadept_BR
dc.subjectEstressept_BR
dc.subjectHabilidades de enfrentamentopt_BR
dc.subjectAddictionpt_BR
dc.subjectDepressionpt_BR
dc.subjectAnxietypt_BR
dc.subjectStresspt_BR
dc.subjectCoping skillspt_BR
dc.titleDepressão, ansiedade, estresse e habilidades de enfrentamento em usuários de álcool e outras drogaspt_BR
dc.title.alternativeDepression, anxiety, stress and coping skills in users of alcohol and other drugspt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Appears in Collections:TCCs de Graduação em Psicologia do Campus do Bacanga

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