Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/123456789/3640
Title: Evolução e melhoramento genético da mangueira
Other Titles: Evolution and genetic improvement of the hose
Authors: VIANA, Luana de Oliveira
Keywords: Cultivo
Germoplasma
Híbridos
Cultivares
Cultivation
Germplasm
Hybridis
Cultivars
Issue Date: 3-Jul-2019
Publisher: Universidade Federal do Maranhão
Abstract: Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica da evolução e melhoramento genético da manga, considerando os relatos existentes e em periódicos especializados. A pesquisa realizada foi extraída de diversas fontes. A manga é uma planta nativa do sul da Ásia e, no decorrer dos séculos, se dispersou para áreas tropicais e subtropicais do mundo. O cultivo da manga se estendeu primeiro à Malásia e Sudoeste da Ásia, levada supostamente por monges budistas. As primeiras introduções de mangueira no Brasil, no século XVI, foram do tipo poliembriônico, raça filipínica, e só na metade do século XX foram introduzidas as cultivares melhoradas na Flórida–EUA, consideradas da raça indiana, geralmente monoembriônicas. Existe um grande acervo de germoplasma de manga, catalogado nas diversas coleções mundiais. A maior coleções encontra-se no Instituto de Pesquisa Hortícola da India-IIHR, em Bangalore, com 1100 acesos. No Brasil existe 6 bancos e/ou coleções de germoplasma de manga. Atualmente o BAG de manga além do objetivos conservacionistas, atende ao fornecimento de material vegetativo e embriônico e às pesquisas para obtenção híbridos com potencial para indústria de sucos e para o consumo ao natural. Os critérios de melhoramento também envolvem produção de tamanho grande, alta porcentagem de polpa quando comparada com a epiderme e a semente, boa relação açúcar/acidez, aroma agradável, longa vida prateleira. A Embrapa cerrados iniciou um programa de melhoramento genético da manga na década 80, este programa já obteve quatro novas cultivares: Alfa, Beta, Lita e Roxa. Conclui-se que à necessidade de formular estratégicas para desenvolver novas cultivares a fim de substituir a mais comercializada.
Description: This work aims to perform the bibliographic review of the evolution and genetic improvement of the mango, considering the existing reports and in specialized journals the carried carried out, was extracted from several sources of research. The mango is a native plant to South Asia and, over the centuries, has spread to tropical and subtropical areas of the world. Mango cultivation first extended to Malaysia and Southwest Asia, supposedly carried by Buddhist monks. The first mango introductions in Brazil in the sixteenth century were of the polyembryonic type, as a Philippine breed, and only in the mid-twentieth century were introduced the improved cultivars in Florida - USA, considered of the Indian race, usually mono-embryonic. There is a large collection of mango germplasm, cataloged in several world collections. The largest collections are in the Institute of Horticultural Research of India-IIHR in Bangalore, with 1100 lit. In Brazil there are 6 banks and / or mango germplasm collections. Currently the mango BAG besides the conservation objectives, it attends to the supply of vegetative and embryonic material and the researches for obtaining hybrids with potential for juice industry and for the natural consumption. The breeding criteria also involves large size production, high percentage of pulp when compared to the epidermis and seed, good sugar / acidity ratio, pleasant aroma, long shelf life. Embrapa Cerrados started a genetic improvement program of mango in the 80's, this program has already obtained four new cultivars: Alpha, Beta, Lita and Roxa. We conclude that there is a need to formulate strategies to develop new cultivars in order to replace the more commercialized ones.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/3640
Appears in Collections:TCC de Graduação do Curso de Agronomia do Campus de Chapadinha

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