Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/123456789/5116
Title: Análise espacial da tuberculose no estado do Maranhão de 2011 a 2018
Other Titles: Spatial analysis of tuberculosis in the state of Maranhão from 2011 to 2018
Authors: FERREIRA, Adryemerson Pena Forte
Keywords: tuberculose;
análise espacial;
epidemiologia;
estudos ecológicos.
tuberculosis;
spatial analysis;
epidemiology;
ecological studies.
Issue Date: 20-May-2022
Publisher: Universidade Federal do Maranhão
Abstract: RESUMO Objetivo: Analisar a distribuição espaço-temporal de casos novos de tuberculose no estado do Maranhão no período de 2011 a 2018. Método: Estudo ecológico de dados secundários. Foram utilizados os casos de tuberculose notificados no estado do Maranhão referentes ao período entre janeiro de 2011 a dezembro de 2018 no SINAN. A análise espacial dos dados foi realizada com criação da matriz de vizinhança entre os entre os 217 municípios do Maranhão considerando-se como aglomerado de Alto Risco aqueles municípios que apresentarem alta incidência de TB cercados por municípios que também apresentarem altas incidências de TB (Alto-Alto). Foi considerado como aglomerado de Baixo Risco aqueles municípios que apresentaram baixa incidência de TB cercados por municípios que também apresentaram baixas incidências de TB (Baixo-Baixo). Resultados: O coeficiente de incidência no estado apresentou aumento de 39,31 casos por 100 mil habitantes em 2011 para 40,88 casos por 100 mil habitantes em 2018. A distribuição dos casos de TB não ocorreu de maneira uniforme no estado durante o intervalo. As áreas de Alto-Risco se localizaram principalmente no norte e porção central do Maranhão, enquanto que as áreas de Baixo Risco se localizaram principalmente no nordeste e sudeste do território. Observou-se que os aglomerados de Alto Risco sofreram alteração em sua apresentação, se tornando mais espaçados entre si e distribuídos pelo território, diminuindo o tamanho dos aglomerados ao longo dos anos. 2012 foi o ano que apresentou maior aglomerado de municípios com baixa incidência. Conclusão: Não se observou correlação direta entre a distribuição espacial dos aglomerados de risco e variáveis sociais analisadas como o índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS). Apesar disso, conhecer as regiões do estado com maior e menor risco para TB permite que sejam identificadas as áreas prioritárias para intervenção dos gestores de saúde, contribuindo para a elaboração e implementação de ações de controle da doença.
Description: ABSTRACT Objective: To analyze the spatio-temporal distribution of new cases of tuberculosis in the state of Maranhão in the period from 2011 to 2018. Method: Ecological study of secondary data. The cases of tuberculosis notified in the state of Maranhão referring to the period between January 2011 to December 2018 in SINAN were used. The spatial analysis of the data was performed with the creation of the neighborhood matrix among the 217 municipalities of Maranhão considering as High Risk cluster those municipalities that present high incidence of TB surrounded by municipalities that also present high incidences of TB (High-High). It was considered as Low Risk cluster those municipalities that presented low incidence of TB surrounded by municipalities that also presented low incidences of TB (Low-Low). Results: The incidence coefficient in the state showed an increase from 39.31 cases per 100,000 population in 2011 to 40.88 cases per 100,000 population in 2018. The distribution of TB cases did not occur evenly in the state during the interval. High-Risk areas were mainly located in the north and central portion of Maranhão, while Low-Risk areas were mainly located in the northeast and southeast of the territory. It was observed that the High Risk clusters underwent changes in their presentation, becoming more spaced apart and distributed throughout the territory, decreasing the size of the clusters over the years. 2012 was the year that presented the largest cluster of municipalities with low incidence. Conclusion: No direct correlation was observed between the spatial distribution of risk clusters and social variables analyzed as the Municipal Human Development Index (IDHM) and the Social Vulnerability Index (IVS). Nevertheless, knowing the regions of the state with higher and lower risk for TB allows priority areas to be identified for intervention by health managers, contributing to the design and implementation of actions to control the disease.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/5116
Appears in Collections:TCCs do Curso de Graduação em Enfermagem do Campus de Pinheiro

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