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Title: AVALIAÇÃO DA SAÚDE DOS TRABALHADORES DE EXTRATIVISMO MINERAL RELACIONADOS AOS ASPECTOS ERGONÔMICOS
Other Titles: HEALTH EVALUATION OF MINERAL EXTRACTION WORKERS RELATED TO ERGONOMIC ASPECTS
Authors: LUZ, Danielle Cruz da
Keywords: Ergonomia;
Distúrbios Musculoesqueléticas;
Saúde do Trabalhador Rural;
Mineradores
Ergonomics;
Musculoskeletal Disorders;
Rural Worker's Health;
Miners
Issue Date: 27-Jan-2022
Publisher: UFMA
Abstract: Objetivo: estimar a prevalência de sintomas de distúrbios musculoesqueléticos em trabalhadores do extrativismo mineral. Método: Estudo de natureza quantitativa, descritiva e transversal que foi realizado no povoado de Pirinã, Município de Pinheiro, no estado do Maranhão. O universo da pesquisa compreendeu os trabalhadores do extrativismo de pedra. A amostra foi de conveniência por inclusão de indivíduos que apresentavam sintomatologia dolorosa em alguma região anatômica do corpo. A coleta dos dados foi feita mediante o uso de dois instrumentos, o Questionário Individual (QI) e o Questionário Nórdico de Sintomas Musculoesquelético (QNSM). Os dados obtidos foram analisados e apresentados por meio de estatísticas descritivas, tabulados através da frequência e porcentagem do Programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), versão 2.1 para Windows. Resultados: Ao todo, participaram da pesquisa 40 trabalhadores, a maioria era do sexo feminino (n= 28), faixa etária entre 20-40 anos (n= 27) grau de escolaridade fundamental incompleto (n= 17). Em relação a presença de comorbidades, a maioria dos participantes afirmou ter “outras doenças” (n= 25) e em segundo lugar, serem portadores de hipertensão arterial (n= 12). Quanto aos hábitos de vida, a maioria informou fazer uso de bebidas alcoólicas (n= 36) e destes 58% uso frequente. Em relação ao uso do tabaco, 21 afirmaram fazer uso, sendo que a maioria (61,9%) fazia uso ocasional. A maioria apresentou dor na coluna lombar, coluna dorsal, mãos/punhos, e ombros, necessitando de afastamento do trabalho. Em relação ao cansaço físico durante a jornada de trabalho, 80% referiram cansaço ao final da jornada de trabalho observou-se também que 23 trabalhadores possuíam mais de 10 anos de trabalho e laboravam de 3-4 horas por dia durante a semana. Considerações finais: Os resultados chamam a atenção quanto a recorrência da dor entre os trabalhadores rurais, dores estas que podem interferir em sua qualidade vida, causar sequelas irreversíveis e/ou crônicas e diminuir sua produtividade. A análise ergonômica neste contexto pode atuar prevenindo a incidência de acidentes e evitando incapacitações. É imprescindível a implementação de uma política de promoção a segurança no trabalho por parte dos empregadores, embasados nas NRs vigentes e, aliado a isso, uma assistência mais aproximada da equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) também atuante na área rural, embasada pela Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF), contribuindo para a promoção de acesso a saúde de maneira humanizada, minimizando riscos provenientes dos determinantes e condicionantes de saúde.
Description: Objective: to estimate the prevalence of musculoskeletal disorders symptoms in mineral extraction workers. Method: A quantitative, descriptive, and cross-sectional study was conducted in the village of Pirinã, Municipality of Pinheiro, Maranhão State. The research universe comprised the workers of stone extraction. The sample was of convenience for the inclusion of individuals who presented painful symptoms in some anatomical region of the body. Data collection was made through the use of two instruments, the Individual Questionnaire (IQ) and the Nordic Musculoskeletal Symptoms Questionnaire (NMSQ). The data obtained were analyzed and presented using descriptive statistics, tabulated using frequency and percentage in the SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) Program, version 2.1 for Windows. Results: In all, 40 workers participated in the research, the majority were female (n= 28), age range between 20-40 years (n= 27) incomplete elementary school degree (n= 17). Regarding the presence of comorbidities, most participants said they had "other diseases" (n= 25) and in second place, they had high blood pressure (n= 12). Regarding lifestyle habits, the majority reported using alcoholic beverages (n= 36) and of these, 58% used alcohol frequently. Regarding the use of tobacco, 21 reported using it, and most of them (61.9%) used it occasionally. Most of them presented pain in the lumbar spine, dorsal column, hands/wrists, and shoulders, requiring time off work. Regarding physical tiredness during the work day, 80% reported feeling tired at the end of the work day. It was also observed that 23 workers had worked for more than 10 years and worked 3-4 hours a day during the week. Final considerations: The results draw attention to the recurrence of pain among rural workers, which can interfere with their quality of life, cause irreversible and/or chronic sequels, and decrease their productivity. The ergonomic analysis in this context can act to prevent the incidence of accidents and avoid disabilities. The implementation of a policy to promote occupational safety by the employers, based on the NRs in force, is essential. In addition, a closer assistance of the Family Health Strategy (ESF) team also working in the rural area, based on the National Policy for the Integral Health of the rural and Forest Populations (PNSIPCF), contributing to the promotion of access to health in a humanized way, minimizing risks arising from the determinants and conditioning factors of health.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/5372
Appears in Collections:TCCs do Curso de Graduação em Enfermagem do Campus de Pinheiro

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